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JORNAL DE BRASÍLIA


Missão Guamá-Tocantins conta com apoio de servidores de saúde das Forças Armadas

Essa é a 18ª operação para apoio à população brasileira no enfrentamento à Covid-19, sendo 15ª voltada para indígenas

Redação Jornal De Brasília | Publicada em 24/11/2020 17:57

Em uma guerra convencional, quem vai na frente é o soldado, Na retaguarda, seguem os profissionais de saúde para prestar atendimento aos combatentes feridos. Na batalha contra “o inimigo invisível”, como o Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, definiu o novo coronavírus, são os médicos que estão na linha de frente.

No intuito de prestar atendimento aos indígenas, não só na prevenção contra o novo patógeno, mas também em diversos outros males que possam acometê-los, na segunda-feira (23), foi iniciada a Missão Guamá Tocantins. Até 30 de novembro, indígenas de aldeias nos arredores do município de Oriximiná, no Pará, serão atendidas pela equipe formada por 21 profissionais de saúde.

Essa é a 18ª operação para apoio à população brasileira no enfrentamento à Covid-19, sendo 15ª voltada para indígenas. Todas as iniciativas foram possibilitadas por meio de parceria interministerial da Defesa e da Saúde. Integram a atual missão 21 profissionais de saúde, sendo quatro da Marinha, nove do Exército e oito da Aeronáutica, oriundos do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Pará, Fortaleza e Piauí.

O assistente de coordenação da Missão Guamá Tocantins, General Marco Antonio Martin, ressalta a importância da missão. “Nessa ação contra a pandemia, nosso combatente é o médico. Isso mostra uma característica humanitária desse enfrentamento e uma mudança na visão do campo de batalha”, disse ele.

O Tenente-Médico Marcos Pádua do Hospital Naval de Brasília ingressa pela terceira vez em uma missão no contexto da Operação Covid-19. Ele relata que estar em um trabalho como esse é enriquecedor. “Muitas vezes nosso atendimento é o único da vida da pessoa. Levamos saúde e esperança para quem está em regiões tão remotas do Brasil. É uma experiência profissional incrível. A gente cresce como ser humano”, assegurou. O militar enfatiza que a receptividade e o carinho dos moradores da comunidade, bem como a convivência em uma realidade distinta daquela da cidade grande tornam o trabalho marcante. “A gente sai dali sabendo que fez a diferença na vida daquelas pessoas”, conclui.

A técnica em enfermagem Sargento Liliane dos Santos de Souza, sargento, do Hospital das Forças Armadas de São Paulo (HFASP), participa pela primeira vez de uma missão voltada para saúde indígena. “É gratificante poder participar de um trabalho como esse, em um local com uma rotina totalmente diferente do que estou acostumada a ver no dia a dia”, disse.

Operação Covid-19

O Ministério da Defesa ativou, em 20 de março, o Centro de Operações Conjuntas, para atuar na coordenação e no planejamento do emprego das Forças Armadas no combate ao novo coronavírus. Nesse contexto, foram ativados dez Comandos Conjuntos, que cobrem todo o território nacional, além do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), de funcionamento permanente. A iniciativa integra o esforço do governo federal no enfrentamento à pandemia.

As demandas recebidas pelo Ministério da Defesa, de apoio a órgãos estaduais, municipais e outros, são analisadas e direcionadas aos Comandos Conjuntos para avaliarem a possibilidade de atendimento. De acordo com a complexidade da solicitação, tais demandas podem ser encaminhadas ao Gabinete de Crise, que determina a melhor forma de atendimento.

Com informações do Ministério da Defesa

MINISTÉRIO DA DEFESA


Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas comemora 10 anos de atividades


Viviane Oliveira | Publicada em 24/11/2020 09:30

Brasília (DF), 24/11/2020 - O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) completou 10 anos de atuação na segunda-feira (23). A data foi comemorada com cerimônia na Ala 1, em Brasília. O evento contou com a presença do Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, do Chefe do EMCFA, Tenente-Brigadeiro do Ar Raul Botelho, do Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, e do Comandante da Ala 1, Brigadeiro do Ar José Ricardo Menezes Rocha. O Comandante do Exército, Edson Pujol, foi representado pelo Comandante do Comando de Operações Terrestres, General de Exército José Luiz Dias Freitas.

Durante a solenidade, 42 membros da sociedade militar e civil receberam a Medalha Mérito Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas. A honraria reconhece relevantes serviços prestados ao EMCFA. Sete estandartes das organizações militares que tiveram destaque no exercício de suas atribuições também foram homenageados.

O Ministro da Defesa, Fernando Azevedo, elogiou o trabalho desenvolvido pelo EMCFA na promoção da interoperabilidade entre as Forças Armadas. Ele citou o êxito das ações conjuntas em diversas missões nesses 10 anos de atividade. “A vocação, o profissionalismo e o entrosamento com o time Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas contribuíram para o sucesso no cumprimento de cada missão que lhe foi atribuída no último decênio. Estejam certos que os frutos desse trabalho influenciam a vida de milhões de brasileiros”, afirmou o ministro, que ainda destacou o envolvimento em operações recentes, como de combate à Covid-19 e de proteção da Região Amazônica.

O Chefe do EMCFA, Tenente-Brigadeiro do Ar Raul Botelho, ressaltou que a criação do órgão foi passo importante para a Defesa Brasileira, visto a necessidade de integração dos esforços das três Forças Singulares.  “De 2010 para cá, nós vimos uma maturidade nesse conceito de emprego conjunto entre as Forças Armadas. Nós crescemos nesse cenário, haja vista as diversas operações de grande dimensão que surgiram e algumas delas inéditas, como as Operações Verde Brasil 1 e 2 e a Operação Covid 19”, avaliou o Brigadeiro Botelho.

Sobre expectativas para o futuro, o Brigadeiro Botelho enfatizou que a meta é aprimorar a capacidade logística, estratégica e de coordenação conjunta das Forças, dos meios e das tecnologias empregadas. “Nós temos que nos adaptar aos conceitos modernos de emprego das Forças Armadas, com capacidades, com meios, com treinamentos e com novas tecnologias. Esse é o momento de estabelecer quais são as capacidades que as Forças Armadas tem que ter, de modo que a gente possa enfrentar toda sorte de ameaças à segurança e à soberania nacional”, disse o Chefe do EMCFA.

Durante a cerimônia, foram lançados selo personalizado e carimbo comemorativo em referência ao décimo aniversário do EMCFA. A iniciativa foi do Ministério das Comunicações por meio da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.

O evento ainda contou com a presença das seguintes autoridades: o Secretário-Geral do Ministério da Defesa, Almirante de Esquadra Almir Garnier Santos, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante de Esquadra Cláudio Portugal de Viveiros, o Chefe do Estado-Maior do Exército, General de Exército Marcos Antônio Amaro dos Santos, o Chefe de Assuntos Estratégicos do EMCFA, General de Exército César Augusto Nardi de Souza, o Comandante de Operações Aeroespaciais, Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, o Chefe de Logística e Mobilização do EMCFA, Tenente-Brigadeiro do Ar João Tadeu Fiorentini, o Chefe de Operações Conjuntas do EMCFA, Almirante de Esquadra Petronio Augusto Siqueira de Aguiar, e o Presidente dos Correios, General de Divisão Floriano Peixoto Vieira Neto.

Missão
O Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA) foi criado em 25 de agosto de 2010 pela Lei Complementar nº 136. O órgão é responsável por assessorar o ministro da Defesa e coordenar a atuação conjunta dos comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. A missão do EMCFA envolve a defesa do País e a atuação em operações de paz, humanitárias e de resgate.

REVISTA AERO MAGAZINE


Monumento da FAB presta homenagem ao caça AM-X

Avião é considerado um dos marcos na indústria aeronáutica brasileira

Edmundo Ubiratan | Publicada em 24/11/2020 15:00

A Força Aérea Brasileira inaugurou mais um monumento com um A-1, o avião de ataque leve desenvolvido em parceria entre a Itália e o Brasil, na década de 1980. A aeronave exposta é uma das recebidas no primeiro lote e que não foram selecionadas para a modernização.

O memorial instalado na Guarnição de Aeronáutica de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, homenageia o pequeno avião criado com a participação da Embraer e inaugurou uma nova fase na FAB, que pela primeira vez participou do processo de projeto e construção de uma aeronave a jato.

O evento contou com a presença do Comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, que presidiu duas cerimônias na base aérea de Santa Cruz. A inauguração do monumento e a participação no XXXII Raduno dos Adelphis, este último o encontro que reúne ex-integrantes do Esquadrão Adelphi (1º/16º GAv).

O modelo é conhecido na Europa por AM-X, sigla para Alenia, Aermacchi e Embraer. Na ocasião o consórcio italiano buscava um sócio internacional para o projeto, que foi formalizado com a Embraer. Porém, por questões de marketing foi mantido "X", ao invés da adoção do "E", que geraria a pouco aguerrida sigla AME.

Projetado para substituir os caça-bombardeiros Aeritalia G.91 e os caças F-104 Starfighter, o AM-X surgiu no final dos anos 1970. Com a necessidade de aporte de capital e de recursos humanos, em 1981 o governo italiano celebrou um acordo com o Brasil, permitindo a participação da Embraer no projeto.

Considerado um dos mais importantes programas de desenvolvimento realizados pela Embraer, o AM-X permitiu aos engenheiros brasileiros acesso aos estudos e projetos de aeronaves a jato de alto rendimento. Anos mais tarde o conhecimento seria utilizado no desenvolvimento da família de aviões EMB-145, os primeiros aviões a jato projetados no Brasil.

PORTAL PODER AÉREO


VÍDEO: Treinamento além do combate aéreo no EXOP Tínia


Publicada em 24/11/2020 14:20

A segunda edição do Exercício Operacional Tínia, realizado até o dia 27 de novembro nas Alas 3 e 4, em Canoas e Santa Maria, no Rio Grande do Sul, tem como objetivo manter a operacionalidade da Força Aérea Brasileira e de seus Esquadrões Aéreos, assim como dos Controladores de Tráfego Aéreo, dos Grupos de Defesa Antiaérea e de Comunicações e Controle.

 

Além disso, treina a capacidade de desdobramento da Força e de manutenção com a atuação em conjunto dos Grupos Logísticos.