NOTIMP - NOTICIÁRIO DA IMPRENSA

Capa Notimp Acompanhe aqui o Noticiário relativo ao Comando da Aeronáutica veiculado nos principais órgãos de comunicação do Brasil e até do mundo. O NOTIMP apresenta matérias de interesse do Comando da Aeronáutica, extraídas diretamente dos principais jornais e revistas publicados no país.


PORTAL G1


Aeronáutica reabre concurso para 180 vagas de cadetes do ar

É preciso ter entre 14 e 18 anos e nível fundamental completo.

Por G1 | Publicada em 06/07/2020 10:41

A Aeronáutica reabriu as inscrições para 180 vagas para o Curso Preparatório de Cadetes do Ar do ano de 2021, em Barbacena (MG). Podem se inscrever candidatos dos sexos masculino e feminino. São 160 vagas para homens e 20 para mulheres.

É preciso ainda não ter menos de 14 nem completar 19 anos de idade, além de ter concluído o ensino fundamental. É exigida ainda altura mínima de 1,64m e máxima de 1,87m.

Os candidatos não podem ter filhos ou dependentes nem serem casados ou terem constituído união estável, por incompatibilidade com o regime exigido para formação.

Veja o edital no site da FAB

As inscrições devem ser feitas até 21 de julho pelo site do exame de admissão. A taxa é de R$ 60.

O processo seletivo é composto de provas escritas (língua portuguesa, matemática, língua inglesa e redação), inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico, entre outras etapas.

As provas escritas ocorrerão no dia 18 de outubro.

Os aprovados em todas as etapas e selecionados pela Junta Especial de Avaliação (JEA) deverão se apresentar na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR), em Barbacena (MG), no dia 29/03/2021, para habilitação à matrícula no curso que tem duração de três anos.

Após a conclusão do curso com aproveitamento, o aluno terá os certificados de conclusão do ensino médio e do próprio CPCAR e poderá concorrer ao número de vagas previsto à matrícula no primeiro ano do Curso de Formação de Oficiais Aviadores da Academia da Força Aérea (AFA).

JORNAL FOLHA DE PERNAMBUCO


Comando do Nordeste leva banda a hospitais e faz ações de desinfecção

Nesta terça (7), banda militar visitará o Hospital Otávo de Freitas, no Recife

Por Folha De Pernambuco | Publicada em 06/07/2020 16:26

O Comando Conjunto Nordeste, formado por militares da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, segue atuante em ações relacionadas à pandemia do novo coronavírus. No momento, faz um trabalho direcionado no Interior do Estado, onde o número de novos casos da Covid-19 vem aumentando nas últimas semanas, além de continuar com apresentações da banda em unidades de saúde da Região Metropolitana do Recife (RMR).

Nesta terça-feira (7), por exemplo, a banda levará um momento de conforto e alegria para o Hospital Otávio de Freitas, no bairro de Tejipió. A apresentação acontecerá das 7h30 às 8h. 

Na quinta-feira (9), a agenda será toda em Caruaru, com ações de desinfecção, importante no combate à disseminação do vírus. Os militares passarão pela unidade do Hemope no município, além do 4º Batalhão da Polícia Militar, do Posto da Polícia Rodoviária Federal na BR-104 e da Estação Ferroviária. 

O Comando Conjunto Nordeste, ativado pelo Ministério da Defesa no contexto do emprego das Forças Armadas em iniciativas de combate à Covid-19, vem executando ações para reforço da segurança e prevenção da população nordestina desde o mês de março. 

PORTAL AEROFLAP


Esquadrão Pantera realiza resgate de paciente em navio


André Magalhães | Publicada em 06/07/2020

O Esquadrão Pantera (5º/8º GAV), sediado na Ala 4 – Base Aérea de Santa  Maria (RS) resgatou, neste sábado (04), na costa brasileira, um homem que estava a bordo de um navio estrangeiro e com sintomas de malária. O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), organização da Força Aérea Brasileira (FAB) responsável pela coordenação de missões aéreas, acionou o Esquadrão após o contato do SALVAERO Curitiba.

As informações recebidas pelo Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (SALVAMAR), sobre o estado de saúde da vítima, eram de que apresentava febre alta desde o dia primeiro de julho e  havia suspeita de malária. O navio, oriundo do Panamá, foi localizado a cerca de 100 km, no litoral do Rio Grande do Sul (RS).

A aeronave H-60L Black Hawk decolou de Santa Maria (RS) para a Ala 3 – Base Aérea de Canoas (RS), onde realizou pouso para embarque da equipe médica que integrou a tripulação e, em seguida, voou até a posição do navio para realizar o resgate. O helicóptero manteve o voo pairado enquanto o homem SAR (do inglês Search And Rescue – Busca e Salvamento) desceu até o convés, realizou os primeiros atendimentos e foi içado com o paciente. Ao final, a vítima foi transportada para o Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Porto Alegre, para receber atendimento médico especializado. Toda a operação durou, aproximadamente, cinco horas.

A tripulação do helicóptero, formada por nove militares, sendo dois pilotos, dois homens de resgate, dois mecânicos, um médico e dois enfermeiros, usou trajes especiais para minimizar o risco de qualquer contaminação.

O Comandante do Esquadrão Pantera, Tenente-Coronel Aviador Fernando Fernandes de Castro comenta que o resgate reforça o sucesso do Sistema de Busca e Salvamento da FAB. “Esta missão demonstra todo o preparo e a competência no emprego dos Meios de Força Aérea. É motivo de satisfação pessoal e profissional para todo Esquadrão Pantera, que neste ano comemora 49 anos de sua criação, atuar para salvar vidas”, destacou. 

Um dos pilotos da aeronave, Tenente Aviador Luiz Fernando Silva Alves, falou  sobre o cumprimento da missão. “Ocorreu com sucesso devido à tranquilidade e sinergia dos nossos tripulantes e homens SAR que treinam para estes resgates, trazendo a bordo do helicóptero a vítima em segurança”, contou o piloto.

O Tenente Aviador Felipe Monteiro Lobo, homem de resgate, disse que o acesso ao convés foi realizado com segurança e coordenação da tripulação, de modo que o tripulante do navio fosse, também, resgatado com todos os cuidados necessários. “A vítima foi colaborativa durante as etapas do resgate e agradeceu a nossa ajuda”, disse.

Preparo

Um dos fatores fundamentais para o sucesso de qualquer missão é o preparo operacional das tripulações. Para atingir alto nível técnico e doutrinário, agindo com a pronta-resposta requerida na execução das ações, os Esquadrões da FAB realizam treinamentos constantes. Neste contexto, o Comando de Preparo (COMPREP) tem seu papel destacado. Como Comando Operacional encarregado de fixar os padrões de eficiência, planejar o treinamento e avaliar o desempenho das unidades subordinadas, a partir das capacidades definidas pelo Comandante da Aeronáutica, também coordena a formulação da Doutrina Aeroespacial, em consonância com as experiências adquiridas e os sistemas de armas incorporados à Força Aérea Brasileira.

 

 

 

 



PORTAL DEFESANET


Hospital de Aeronáutica de Belém realiza campanha de doação de sangue

Objetivo é contribuir para manter o estoque do banco de sangue abastecido neste período de pandemia

Agência Força Aérea | Publicada em 06/07/2020 10:10

O Hospital de Aeronáutica de Belém (HABE) realizou, nos dias 29 e 30 de junho, uma campanha de doação de sangue junto à Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (HEMOPA). Cerca de 40 militares do HABE colaboraram para mitigar o problema de abastecimento do hemocentro no período de pandemia.

Objetivo é contribuir para manter o estoque do banco de sangue do HEMOPA abastecido para ajudar aqueles que precisam ser atendidos em momentos de de emergência, quanto às necessidades cirúrgicas e portadores de doenças que requerem reposição de sangue com maior frequência ou tratamentos de patologias hematológicas.

“A doação de sangue pode ajudar a salvar muitas vidas. Cada pessoa doa cerca de 450 ml de sangue, e essa mesma doação pode salvar a vida de até quatro pessoas.  Importante destacar que, em apenas um dia, o organismo já consegue repor a quantidade de sangue que foi retirada na doação. Doar sangue é um ato de solidariedade. E melhor do que doar uma vez, é fazer desse gesto um compromisso, tornando-se um doador frequente”, destacou a Chefe da Subdivisão de Enfermagem do HABE, Tenente Enfermeira Dine Vitorina.

CGNA recebe visita do Comandante da Aeronáutica e membros do Alto-Comando

Comitiva acompanhou trabalhos da Organização Militar no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (02)

Agência Força Aérea | Publicada em 06/07/2020 11:11

O Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea (CGNA), unidade subordinada ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), recebeu, nesta quinta-feira (02), a visita do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, que estava acompanhado de membros do Alto-Comando da Força Aérea Brasileira (FAB): Chefe do Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER), Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos Augusto Amaral Oliveira; Comandante de Operações Aeroespaciais, Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas; Comandante-Geral de Apoio da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Junior; Comandante de Preparo, Tenente-Brigadeiro do Ar Luiz Fernando de Aguiar; Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, Tenente-Brigadeiro do Ar Heraldo Luiz Rodrigues; Chefe de Logística e Mobilização do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), Tenente-Brigadeiro do Ar João Tadeu Fiorentini; além de outros Oficiais-Generais, Comandantes, Chefes e Diretores de Organizações Militares da FAB.

O Chefe do CGNA, Coronel Aviador Sidnei Nascimento de Souza, comentou sobre a oportunidade de apresentar as atividades da Organização Militar ao alto escalão da FAB. "Para o Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea, foi uma honra receber o Comandante da Aeronáutica, acompanhado do Alto-Comando e de equipe de mais elevado nível. O CGNA é um centro de referência na comunidade aeronáutica internacional", explicou.

A comitiva assistiu a uma apresentação sobre da atuação do CGNA, a qual destacou exemplos da participação da organização em grandes eventos e o empenho para aumentar a capilaridade na distribuição de órgãos para transplante no Brasil que conta, hoje, com um enfermeiro plantonista do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) disponível 24 horas. Em seguida, visitou a Sala de Comando e Controle e a estrutura operacional da unidade, responsável pelo gerenciamento de todos os voos dentro da área de controle do espaço aéreo brasileiro.

Atualmente, o CGNA também tem apoiado a Operação COVID-19, adotando medidas para promover o equilíbrio entre a demanda e a capacidade, envolvendo a coordenação entre as entidades internacionais de gerenciamento de fluxo de tráfego aéreo, para prover a continuidade dos voos relacionados às causas humanitárias, emergências médicas, busca e salvamento, voos de Estado, entre outros.

O Comandante da Aeronáutica falou sobre a importância da atuação do CGNA. "A visita revestiu-se de grande importância, uma vez que possibilitou a todos os integrantes do Alto-Comando ampliar os conhecimentos acerca do trabalho dos profissionais que ali atuam, ordenando e dando agilidade ao fluxo aéreo, e voltados para uma melhor gestão da navegação aérea em nosso País, com elevada segurança operacional.

Isto resulta em sermos reconhecidos mundialmente pela Organização da Aviação Civil Internacional [OACI], pela Agência Europeia para a Segurança da Navegação Aérea [EUROCONTROL, do inglês, European Organization for the Safety of Air Navigation], pela Administração Federal da Aviação Norte-americana [FAA, do inglês, United States Federal Aviation Administration], e por tantos outros importantes organismos internacionais, como referência pelo alto nível de trabalho apresentado", afirmou o Tenente-Brigadeiro Bermudez.

PORTAL DO GOVERNO DO BRASIL


Brasil recebe doação de 10 toneladas de material de saúde dos Emirados Árabes

Entre os materiais doados estão equipamentos de segurança e kits de testagem

Por Redação | Publicada em 06/07/2020 15:19

Logo no início da manhã desta segunda-feira (06), um avião dos Emirados Árabes chegou a Brasília trazendo a doação de 10 toneladas de material de saúde para ajudar no combate ao coronavírus.

“São 10 toneladas de material como luvas, equipamentos de proteção coletiva, equipamento de proteção individual, kits de testagem rápida que serão distribuídas logisticamente pelo Ministério da Defesa. A destinação será dada pelo Ministério da Saúde”, explicou Marcos Degaut, secretário de produtos de defesa, do Ministério da Defesa.

Segundo ele, a doação representa a cooperação entre os países. “Trata-se, sem a menor sombra de dúvidas, do mais perfeito gesto de consideração e cooperação que regem a relação entre esses dois países”, ressaltou.

As ações do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Defesa, por meio da Secretaria de Produtos de Defesa, junto aos Emirados Árabes permitiram o recebimento do material. “Um ato dessa natureza, dessa magnitude reforça e dá sentido aquilo que realmente entendemos por cooperação, por diplomacia de defesa”, disse o secretário.

Operação Covid-19

A ação faz parte da Operação Covid-19, do Ministério da Defesa, que em três meses, fez o transporte de 16 mil toneladas e equipamentos e pessoal para ajudar no combate ao coronavírus. A Força Aérea Brasileira (FAB), transportou 350 toneladas de material o que totalizou 1.038 horas de voo, o suficiente para dar 11 voltas no planeta.

Marinha, Exército e Aeronáutica empregaram diariamente até 34 mil militares na ação. Entre as ações, no período, estão a descontaminação de 2.652 mil espaços públicos, distribuição de 572.220 kits de alimentos e produção de 263.627 máscaras cirúrgicas e 20.315 litros de álcool gel.

OUTRAS MÍDIAS


FOLHA BV - Profissionais de saúde chegam para reforçar atendimento na APC

Esses profissionais, que chegaram nesse domingo (5), foram enviados pelo Ministério da Defesa para reforçar o combate ao novo coronavírus

Por Folha Web | Publicada em 06/07/2020 12:58

Nesta segunda-feira (6), 10 médicos e 10 enfermeiros e técnicos de enfermagem militares se apresentaram na Área de Cuidados, onde receberam as primeiras instruções e deram início à capacitação para atuar no combate à Covid-19, naquela unidade hospitalar que atende pacientes diagnosticados com a Covid-19. 

Esses profissionais, que chegaram nesse domingo (5), foram enviados pelo Ministério da Defesa para reforçar o combate ao novo coronavírus.

O primeiro grupo, formado por dez militares do Exército e um da Força Área Brasileira (FAB), desembarcou na Ala 7 por volta das 14h. Já a segunda turma de profissionais, composta por cinco militares da Marinha e quatro da FAB, aterrissou às 20h.

REVISTA AVENTURAS NA HISTÓRIA - O correio veio do céu: a curiosa história do serviço postal militar brasileiro

Em Coluna, Ricardo Lobato conta como dois jovens com a primeira mala postal aérea inauguraram o Correio Aéreo Nacional (CAN)

Ricardo Lobato | Publicada em 29/06/2020 17:13

Já era noite quando, em 12 de junho de 1931, dois jovens desceram de um táxi e entregaram uma mala postal na estação central dos Correios de São Paulo. Seria apenas mais um fato corriqueiro, não fosse esse acontecimento a inauguração da primeira linha brasileira de transporte aéreo militar.

O táxi fora a última etapa de uma longa jornada que começara a centenas de quilômetros dali, no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro. Essa viagem marcou o início do Correio Aéreo Nacional (CAN).

Nas décadas de 1920 e 1930, o uso comercial da aviação ainda se encontrava em seus primórdios. Mais que um novo instrumento de combate — como no caso da Primeira Guerra — o aeroplano passava, pouco a pouco, a interligar distâncias antes imensuráveis.

Não era apenas o início de uma nova fase de explorações, era também o início das companhias de transporte, de correspondência e de passageiros.

Aproximando as distâncias e encurtando o tempo de viagem, a aviação se firmava como um serviço cada vez mais necessário. O Brasil contava com um correio aéreo desde 1927, porém, era parte de uma rede maior da companhia francesa Aéropostale, que operava na América do Sul desde o ano anterior, tendo como parte de sua rota as cidades de Natal e do Rio de Janeiro.

A Aéropostale fora, inclusive, precursora nesse tipo de serviço. Entre seus pilotos, havia diversos ases da aviação, como o piloto escritor Antoine de Saint-Exupéry, diretor de sua filial sul-americana. No entanto, por problemas financeiros ocasionados pela crise de 1929, a companhia encerrou suas atividades na América do Sul no início da década de 1930.

Com um corpo aéreo militar desde 1919, as Forças Armadas não estavam alheias aos progressos aeronáuticos. E para dar um retorno à sociedade, em 1931 o então ministro da Guerra, general Leite de Castro, atendeu ao apelo de um grupo de jovens aviadores militares que ansiava partir da teoria para a prática.

O ministro autorizou a criação do Correio Aéreo Militar (CAM), que tinha o objetivo de “auxiliar na integração nacional”. O comando da nova Unidade Aérea foi entregue ao major Eduardo Gomes, que confiou a dois de seus pilotos, os tenentes Casemiro Montenegro e Nelson Lavenére-Wanderley, sua primeira missão: iniciar um serviço aéreo entre as cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo.

A bordo de uma aeronave Curtiss “Fledging” de matrícula K263, apelidada de “Frankenstein”, partiram com uma mala postal — apenas duas cartas — rumo a São Paulo. A autonomia de voo era de cinco horas e meia. Optaram por uma rota que passava por cima das altas montanhas do litoral.

Apesar do céu claro, encontraram uma forte corrente de ar, obrigando-os a diminuir a velocidade. A viagem durou cinco horas e vinte minutos, fazendo com que chegassem com o tanque quase vazio e com as luzes da cidade já acesas. Para completar, tiveram dificuldades de localizar o Campo de Marte, onde deveriam pousar, tendo de aterrissar, então, na antiga sede do Jockey Club, na Mooca.

Com o local deserto (mas uma missão a cumprir), pularam o muro e tomaram um táxi, que os levou finalmente ao destino, entregando o malote nos Correios da Avenida São João. Três dias depois, retornariam ao Rio de Janeiro com mais correspondência, desta vez optaram pela “rota do Vale do Paraíba”, mais curta e rápida. A missão fora cumprida e o primeiro passo fora dado.

Baseado nesse sucesso, nos meses seguintes o Correio Aéreo se espalhou pelo país, consolidando-se como um instrumento da tão almejada integração nacional brasileira.